quarta-feira, 16 de maio de 2012

2 anos sem o Ronnie James Dio

Hoje (16/05/2012) faz exatamente 2 anos que perdemos infelizmente, o grande vocalista " Ronnie James Dio " que foi vitima de um tumor no estômago diagnosticado em 2009 !
Ronnie nasceu no ano de 1942 em Portsmouth, ele  foi um músico e compositor de heavy metal norte-americano, famoso como vocalista das bandas Rainbow e Black Sabbath. É considerado o maior vocalista da história do Heavy Metal, o que lhe rendeu o apelido de "Rei do Metal", além de ter sido o responsável por associar a famosa Mão Chifrada ao Heavy Metal.
Ronnie adotou o sobrenome "Dio" em homenagem a um mafioso italiano, Johnny Dio. Ainda na escola, formou com colegas a banda de rockabilly Vegas Kings que, após mudar de nome várias vezes (sendo chamada de Ronnie and the Rumbles, Ronnie and the Redcaps, Ronnie Dio and the Prophets, The Eletric Elves e The Elves), finalmente tornou-se conhecida como ELF.

Ronnie acabou morrendo em Houston em 16 de maio de 2010 !



Deixo aqui para vocês dois grandes videos da carreira solo que ele fez:
Dio - Rock N Roll Children                                                 ( ano - 1985_ album " Sacred Heart " )


Dio - I Could Have Been a Dreamer                        ( ano - 1987 _ album - Dream Evil )                 


O Ronnie James Dio nunca,jamais será esquecido,ele deixou um legado, ficou muito triste naquele dia que ele tinha falecido, pensei que por causa daquele "maldito tumor" que naquele ano tinha diminuido ele conseguiria finalmente escapar, mas estava completamente errado !
(Paulo Dickinson)

domingo, 13 de maio de 2012

Freddie Mercury fará "participação especial" de musical em Londres


O mundo do showbizz não parece disposto a aceitar a morte de seus maiores ídolos. Depois da aparição de Tupac Shakur no show de Snoop Dogg e Dr Dre no Coachella, agora Freddie Mercury fará uma participação especial no musical "We will rock you", em Londres. O guitarrista Brian May, no entanto, garante que a produção não vai usar um holograma.

May disse à BBC que a presença virtual do vocalista do Queen, morto em 1991, será "uma espécie de ilusão de ótica". Mercury fará a participação especial como uma comemoração pelo décimo aniversário do musical, no próximo dia 14, no Dominion Theatre.

"As pessoas vão sair do espetáculo dizendo 'será que realmente vimos Freddie?'", disse May à BBC.

O guitarrista admite que o holograma de Tupac no Coachella deixou a produção do musical um pouco decepcionada, por tirar o efeito surpresa da participação de Mercury.

"É um pouco chato que eles tenham se adiantado com a aparição de Tupac, já que temos tentado fazer o mesmo com Freddie há um bom tempo", lamenta.

Além de todo o elenco original, estará presente também Robert de Niro, um dos produtores do espetáculo.

"Há uma certa pessoa que estará aqui e que ajudou muito a viabilizar o musical desde o início - nosso amigo Bob, de Los Angeles", confirma May, "Chamamos ele de Bob para que não fiquemos muito intimidados por seu estrelato."

Fonte: G1

sábado, 12 de maio de 2012

Happy Birthday Eric Singer

Hoje (12/05/2012) o baterista americano Eric Doyle Mensinger (mais trade Eric Singer) , nascido em Clevand ,Ohio ,  está fazendo aniversário !
Ele aprendeu  a tocar bateria cedo, aos 11 anos de idade, e fez poucas aulas, intitulando-se autodidata. Entretanto, é mencionado como um dos bateristas mais técnicos do Hard Rock.
Eric Singer ficou famoso por tocar em bandas como Kiss, Black Sabbath, Alice Cooper, Badlands, Glamnation, e ao lado de Brian May, Paul Stanley, Gary Moore, Gilby Clarke, Lita Ford, Doro Pesch.
Eric começou sua carreira profissional gravando em 1986 o CD, que a princípio, seria um solo de Tony Iommi, mais foi integrado como um álbum do Black Sabbath, intitulado Seventh Star (Eric já mostrava sua pegada e técnica em faixas como "In For The Kill" e "Turn To Stone"). Mais tarde, já em 1987, Eric voltou a gravar com o Black Sabbath o álbum intitulado The Eternal Idol.
Atualmente ele é o baterista do KISS
Ai vai um solo de bateria que ele fez na Argentina junto com o KISS

Saiba como os barulhos de seu computador podem ajudá-lo a identificar problemas

Não entende os bips que seu PC faz quando é iniciado? Conheça os principais pedidos de ajuda.

Você já se perguntou o que são os barulhos que seu computador emite logo após você ligá-lo? São pequenos “bips” que muita gente não leva a sério, mas podem ajudar a identificar algum tipo de problema em seu PC. É como se a máquina estivesse tentando se comunicar conosco com esses pequenos barulhinhos.
Mas a pergunta é: o que ela está tentando nos dizer? Na maioria dos casos, esses sons são apenas uma checagem rápida do sistema para dizer que todos os componentes estão funcionando normalmente e que não há com o que se preocupar. Contudo, como saber que se trata de um pedido de ajuda quando você não é capaz de reconhecer nem mesmo a “linguagem” básica?
Antes de decifrarmos esse “idioma”, é preciso conhecer o tipo de BIOS (Basic Input/Output System, que funciona como a alma de seu computador) utilizada. Para isso, basta olhar a tela inicial exibida por seu PC logo após você ligá-lo. Os dois modelos mais populares são a Award e a AMI. Essa diferenciação é fundamental para compreender os sons emitidos pelo sistema, uma vez que cada marca utiliza um padrão próprio.

BIOS Award

Se você identificou que seu possui utiliza a BIOS Award — o símbolo azul no canto superior 
esquerda da tela inicial é a marca registrada —, saiba que o processo de localização de problemas é muito mais fácil. Boa parte dos sinais emitidos serve para dizer que seu computador está funcionando perfeitamente.
Caso você ouça um único “bip” ao ligar o PC, pode ficar tranquilo. Esse pequeno som serve para dizer que todos os componentes estão funcionando como deveriam e que não há com o que se preocupar.
Por outro lado, caso o barulho se estenda e fique um pouco mais longo, a situação muda de figura. Nesse caso, o computador está tentando avisá-lo de que há algo de errado com a memória. Se esse for o seu caso, talvez esteja na hora de você fazer uma revisão.


Problemas no processador e na placa de vídeo são um pouco mais complicados de perceber, já que eles envolvem sequências diferentes de sons, então é bom que você fique atento. Caso os “bips” tenham uma variação de volume e intensidade, significa que o pedido socorro veio da unidade de processamento — principalmente se os sons forem baixos e contínuos, o que caracteriza superaquecimento. Nesse caso, desligue tudo e procure um técnico.
A GPU vai emitir um alerta com dois sinais curtos ou um longo e três menores. Por mais preocupante que isso possa parecer, pode ser apenas um problema na conexão, o que significa que o conserto é bem simples. Se você não se sente seguro em fazer isso, no entanto, pode chamar alguém especialmente para fazer a manutenção.

BIOS AMI

O grande problema da BIOS da AMI é que, ao contrário da Award, a quantidade de “bips” é bem maior, exigindo muito mais atenção do proprietário do PC. Um bom exemplo disso é que o mau funcionamento da memória RAM pode ser indicado de três maneiras:
  • Um sinal breve;
  • Um sinal longo e três curtos;
  • Três sinais breves.
Além disso, caso ouça dois “bips” curtos, o computador pode estar avisando que se trata de um erro de paridade do componente. Por outro lado, cinco sons breves significam que o processador está com algum tipo de dificuldade.
A CPU vai tentar se comunicar com sete bips curtos. Só não vá se confundir com os oito breves sinais de que a placa de vídeo necessita de reparos.

Fonte: Tecmundo


Para que serve o gerenciador de boot?

Entenda o que há por trás dos principais sistemas de carregamento dos sistemas operacionais.

Se você possui apenas um sistema operacional em seu computador, então dificilmente você tenha algum contato visual com gerenciadores de boot (boot manager ou bootloader). Por outro lado, se você instalou mais de uma versão do Windows na máquina (ou alguma distribuição Linux junto com o sistema da Microsoft), você vai perceber que está mais familiarizado com o tema do que imagina.
É muito fácil reconhecê-los, pois eles possuem uma certa estrutura em comum. Os mais simples são baseados no sistema DOS, apresentando diversas opções para que o usuário escolha – Windows ou Linux, por exemplo. Há também os que são gráficos, como o Chameleon, que é recomendado para usuários do Mac OS X.



A importância do Botloader

Independente de qual seja o sistema operacional, o computador precisa realizar uma série de tarefas para que você possa utilizá-lo. Isso inclui o carregamento de arquivos de sistema, configurações e recuperação de arquivos salvos na memória de armazenamento. Sem o bootloader, o seu sistema operacional simplesmente não seria carregado no computador.
Uma comparação bem simples pode ser feita entre o sistema operacional e um CD colocado no computador. O sistema operacional que não é carregado automaticamente funciona da mesma maneira que um disco gravado sem a instrução para execução automática – se você não ordenar nenhuma tarefa, nada vai acontecer.

Onde ficam os arquivos ?


O gerenciador de boot não fica instalado no mesmo local que os outros arquivos do seu disco rígido. Para que seja carregado mais rapidamente e também interfira no funcionamento dos arquivos (ou mesmo seja corrompido por outras tarefas), o bootloader é instalado em um setor conhecido como Master Boot Record – que também é conhecido como Trilha Zero do HD.

E onde ele está presente ?

Em todos os seus equipamentos que possuem algum tipo de sistema operacional – incluindo aquele celular antigo que só rodava o jogo da cobrinha. O bootloader é, como já dissemos, responsável pelo carregamento de todas as instruções de inicialização do sistema. Por essa razão, ele pode ser encontrado nos computadores, tabletscelulares.
Ressaltamos: mesmo que você nunca tenha visto a tela de gerenciamento de boot em nenhum dos seus computadores, ele estava lá. Quando a máquina possui apenas um sistema operacional, as instruções de carregamento são realizadas automaticamente, e é por isso que você não percebe a ação delas.





quarta-feira, 9 de maio de 2012

Wireless ou cabo: qual é a melhor ?

Conheça as principais vantagens e problemas dos dois tipos de conexão e fique antenado sobre qual tem mais a oferecer.

Toda vez que surge uma nova tecnologia, as fabricantes fazem inúmeras propagandas milagrosas relatando os incríveis benefícios que a inovação tem a oferecer. Por um lado, os comerciais mostram possibilidades e recursos funcionais. Contudo, algumas vezes o falatório é muito comprido e acabamos nos decepcionando com os resultados dos produtos.
Isso é exatamente o que ocorreu com o lançamento das redes Wi-Fi. Na teoria, as conexões wireless do tipo 802.11n deveriam oferecer até 300 Mbps de velocidade para download. Na prática, os consumidores acabam encontrando diversos problemas de sinal, conexão, velocidade e segurança. Apesar dos inconvenientes, as redes sem fio oferecem liberdade.

Com tudo isso em mente, algumas dúvidas permanecem quanto à capacidade da tecnologia wireless. Afinal, por que existem tantos problemas com conexões Wi-Fi? O cabo é uma tecnologia insubstituível? Isso é o que vamos abordar neste artigo.
As barreiras que impedem a propagação


Você já reparou como é o símbolo de uma rede Wi-Fi? Pois bem, aquelas pequenas curvas que aparecem ao lado da antena representam as ondas do sinal. Talvez você não saiba, mas as conexões wireless operam com ondas de radiofrequência — parecidas com as que são usadas para transmissão do sinal de televisão.
Até aí, a ideia é simplesmente genial, afinal, a TV funciona perfeitamente e raros são os problemas que ocorrem e deveria ser semelhante com o sinal wireless. Ondas de radiofrequência são programadas para ultrapassar obstáculos, porém, o sinal de uma rede Wi-Fi é muito fraco, o que acaba reduzindo a qualidade da conexão.


Além disso, existem problemas quanto à transmissão. As conexões sem fio trabalham com sinal digital, um método compatível com a linguagem dos computadores, mas péssimo para a transmissão de dados. Basicamente, muitos pacotes de dados acabam se perdendo no caminho, o que resulta na queda de velocidade e na repetição desnecessária de informação.
Outros fatores influenciam diretamente na velocidade e qualidade. Pequenos atrasos aparecem durante a conversão de dados para ondas de radiofrequência. Esse inconveniente acontece tanto no roteador quanto no computador, algo que aumenta a demora na comunicação na grandeza de milissegundos.

A interferência de outros eletrônicos também é um problema que gera redução na qualidade da conexão ou, às vezes, até ocasiona a queda do sinal. Essa situação é comum quando outro aparelho utiliza a mesma frequência de operação para transmitir sinais de radiofrequência — isso acontece muito com telefones sem fio.


Problemas sem fio no coditiano




Não bastassem todos esses pequenos empecilhos na transmissão do sinal, as redes sem fio comprometem a segurança dos computadores. Apesar de contarem com chaves de segurança, conexões Wi-Fi não são à prova de invasões. Claro, existem pequenos macetes para aumentar a proteção, todavia, muitas pessoas desconhecem as configurações dos roteadores.



É justamente no desconhecimento que residem outros problemas que afetam a velocidade e qualidade da conexão. Problemas recorrentes acontecem na conexão entre consoles (PlayStation 3 e Xbox 360) e roteadores. Devido à necessidade de conexões com baixíssimos atrasos e altas velocidades, os jogadores acabam sendo prejudicados quando tentam brincar online usando redes Wi-Fi.
Outros erros comuns acontecem durante os downloads de arquivos grandes. Falhas desse tipo podem acontecer em conexões cabeadas também, todavia, nas redes wireless, esses inconvenientes costumam ser mais frequentes. Normalmente não há motivos aparentes, mas às vezes acontece de o adaptador desligar sozinho ou perder o sinal da rede.

Quando o cabo é o problema

As redes sem fio não são perfeitas, mas as conexões com cabo também estão longe de ser as maravilhas do novo século. Claro, as situações problemáticas são reduzidas, entretanto, os cabos também geram dores de cabeça. Ao contrário das conexões wireless, aqui, as interferências são raras e só ocorrem quando fiações elétricas estão muito próximas dos cabos


As velocidades de download e upload são muito próximas dos limites máximos. Os únicos problemas que podem reduzir a rapidez na transmissão dos dados é a configuração de portas no modem e a distância entre o computador e o distribuidor de sinal (roteador, hub ou modem).
Apesar de poucos inconvenientes, as redes cabeadas limitam os locais de acesso à internet. Além de ser necessário realizar uma instalação trabalhosa dos cabos, o consumidor se obriga a manter o computador sempre em um mesmo lugar. Essa falta de liberdade é o que vem diminuindo o uso dos cabos, apesar de que o padrão ainda é mais confiável e rápido — ainda mais no caso das redes Gigabit.


O Novo padrão WI-FI vem ai


Depois das conexões 802.11a, b, g e n, agora, as fabricantes de roteadores estão começando a trabalhar com o novo padrão: o 802.11ac. A Netgear anunciou recentemente um modelo capaz de trabalhar com velocidade de até 1.300 Mbps para downloads — superando em 300 Mbps as atuais conexões com cabo.


Outras promessas do novo padrão dizem respeito à conexão direta com os aparelhos. A transmissão de dados será direcionada, o que deve resultar em velocidades elevadas e um sinal de alta qualidade. Os primeiros produtos devem aparecer neste mês, sendo que o padrão deve ser completamente adotado em 2013.
Enfim, por ora, podemos dizer que as conexões cabeadas são mais rápidas e confiáveis, o que as torna melhores para downloads e streaming de vídeo. Contudo, a mobilidade é algo essencial, sendo obtida apenas com a tecnologia wireless. Assim, enquanto as redes Wi-Fi não evoluem, o jeito é se acostumar com os problemas e apelar para o cabo quando necessário!


Fonte: Tecmundo

Mostra The Elvis Experience chega ao Brasil em Setembro

Itens pessoais, documentos, fotos, figurino e até o famoso carro MG vermelho que aparece no filme Feitiço Havaiano – Blue Hawaii. Esses são alguns dos 500 objetos que estarão na mostra The Elvis Experience, que chega a São Paulo no dia 5 de setembro. É a primeira vez que uma exposição dessa magnitude sobre o rei do rock será montada fora dos Estados Unidos.

Os ingressos para a mostra – que só será realizada em São Paulo, dentro do Shopping Eldorado – começam a ser vendidos nesta sexta-feira (11) pelo site Ingresso Rápido, telefone ou em pontos de venda por todo o país.

Os fãs precisam ficar atentos para preços e horários. O esquema é complexo. Por exemplo, quem comprar o ingresso “Premium Express” (R$ 200, R$ 100 em meia entrada) poderá conferir a mostra logo na primeira semana, que vai de 5 a 12 de setembro, em horário livre e sem necessidade de pegar fila. Para a primeira semana ainda há uma opção de ingresso por R$ 100 (R$ 50 meia entrada), que dá direito a visitação desde o primeiro dia, mas em horário marcado, escolhido pelo comprador. 

Quem optar por ver a mostra na segunda semana – de 12 a 18 de setembro - pagará R$ 40 (R$ 20 na meia entrada), de segunda à sexta, das 10h às 18h. Após às 18 horas e aos sábados, os preços passam a ser de R$ 60 (R$ 30 a meia entrada). Mas isso vale para quem comprar no primeiro lote. Depois, o preço poderá mudar. The Elvis Experience fica em São Paulo até o dia 5 de novembro.



Fonte: G1

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