quinta-feira, 9 de maio de 2013

Youtube lança canais pagos

Já são 53 parceiros oferecendo o conteúdo,com assinaturas a partir de U$$ 0,99
YouTube lança canais pagos
O Google lançou, nesta quinta-feira, a primeira leva de canais pagos do YouTube. A novidade, que está disponível inclusive no Brasil, conta com conteúdo de 53 parceiros e possui assinaturas a partir de US$ 0,99 (R$ 2, aproximadamente), cobrados a partir da vontade do usuário de acessar cada um dos criadores de conteúdo.

Todos os canais contam com um período de 14 dias de gratuidade, para que o usuário decida se realmente quer assinar o conteúdo. Além disso, existem descontos para assinaturas anuais e a adesão é feita individualmente. Ainda, existem pacotes com mais de um provedor de conteúdo com preços promocionais.

Entre os parceiros estão canais com séries populares nos Estados Unidos, mas que podem não ser tão conhecidas no Brasil. O grande apelo para o público nacional está, principalmente, no canal UFC Select, que dá acesso a lutas clássicas, replays na íntegra e reality shows americanos voltados para o esporte. O lado ruim é que a assinatura ainda não pode ser feita por brasileiros.

Segundo o YouTube, novos canais serão disponibilizados a cada mês. A receita oriunda das assinaturas é dividida entre o site e os produtores de conteúdo.


Fonte - Tecmundo ------------------------------------------------------------------------------------------------------------

"É, o Youtube esta querendo ganhar dinheiro,eu não acho ruim,imagina por exemplo o internauta pagar por exemplo R$ 2,00 por mês para assistir o UFC e enquanto na TV por assinatura voce iria pagar por R$ 70,00 !
É bem mais vantajoso!.
(Paulo Dickinson)  

sábado, 20 de abril de 2013

Headless Cross- A obra prima do Black Sabbath

Um dos maiores clichês vindos de aspirantes a admiradores do heavy metal e do hard rock é que a banda britânica Black Sabbath só produziu bons discos na época em que contava com a formação original (Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward) ou até mesmo na Era Dio (com Ronnie James Dio no lugar de Ozzy). O que não é verdade. Em 1989, capitaneado pelo guitarrista Tony Iommi a banda conseguiu se renovar e lançar um dos melhores discos de sua carreira. Chamado “Headless Cross”, o trabalho buscou elementos do hard rock da época e modernizou a musicalidade do Sabbath. Elementos pouco vistos nos arranjos do grupo como o bumbo duplo da bateria e o teclado foram enfatizados. Em matéria de qualidade, o trabalho não fica atrás de nenhum disco da fase Dio e é superior a álbuns com Ozzy Osbourne, como “Never Say Die” e “Technical Ecstasy”.

Não foi fácil para a banda encontrar tal fórmula. O primeiro passo foi a reformulação do Black Sabbath. No final da década de 80, o grupo tinha se arrastado com constantes mudanças de formação, demonstrando um grande desgaste diante dos fãs. As experiências dos discos anteriores não agradaram o líder Tony Iommi, principalmente em “Seventh Star” (1986) com o cantor Glenn Hughes e o confuso “Eternal Idol” de 1987. O LP foi gravado com os vocais de Ray Gillen, que nem “esquentou a cadeira” e saiu do Sabbath. Na última hora ingressou na banda Tony Martin que regravou em uma semana todos os vocais do álbum.

                                                       

ImagemReformulação da banda

Apesar de lançar o sucesso “The Shinning”, o álbum não emplacou. A maioria dos membros que gravaram o disco deixou a banda pouco tempo depois, entre eles o baterista Eric Singer, que se uniu ao Kiss  em um futuro próximo. “Depois de toda a fase ruim que passamos no ‘Eternal Idol’ procurei novo gerenciamento com Ernest Chapman. O que foi muito bom. Consegui resolver problemas do passado”, disse Tony Iommi a respeito do disco.
O líder do Black Sabbath afirma que a primeira tarefa foi buscar nomes consagrados do heavy metal para resgatar a credibilidade da banda. “Os músicos do disco ‘Seventh Star” não eram conhecidos. Eram garotos de Los Angeles. Agora são famosos, mas na época não eram”, justifica Iommi em um documentário.
A admissão de Cozy Powell
O principal músico escalado foi o renomado baterista Cozy Powell, que teve uma brilhante trajetória no Rainbow do então ex-guitarrista do Deep Purple, Ritchie Blackmore. “Quando o baterista original Bill Ward deixou o Sabbath, Tony já tinha me convidado, mas não aceitei por estar envolvido com o Rainbow. A decisão foi ruim. Um ano depois estava sem trabalho. Depois recebi outras ofertas e finalmente aceitei. Foi um feliz encontro. Pude ajudar algo que estava desmoronando. Foi bom fazer parte da lenda”, disse o baterista a um documentário. Infelizmente Powell faleceu em 1998 em um acidente. Ele ainda chegou a gravar o álbum “TYR” ao lado do Sabbath.
Além de Cozy Powell, o guitarrista Tony Iommi manteve o vocalista Tony Martin, que se sentiu mais a vontade no disco e teve o seu melhor desempenho diante da banda. Apesar de ser criticado pelos fãs mais fundamentalistas do Black Sabbath, Martin se encaixou perfeitamente para cantar as canções do álbum, que exibia um estilo hard rock oitentista, mas com o tom sombrio criado pelo Sabbath no fim da década de 60. Para o baixo foi escalado o desconhecido Laurence Cottle, que atendeu as expectativas de Iommi. Já no teclado, o Sabbath manteve o oculto Geoff Nicholls, que se destacou bastante. Em todas as canções é fácil perceber os arranjos de teclados, principalmente em “Devil and Daughter”, um dos principais sucessos do disco. Vale dizer que o “Headless Cross” é o disco com mais presença dos teclados de Nicholls.
As oito canções do clássico
Produzido e arranjado por Iommi e Powel, o “Headless Cross” traz oito clássicos da banda. A faixa inicial é “The Gates of Hell”, que serve como uma abertura para demonstrar o tom sombrio do trabalho. Em seguida, a banda apresenta a canção título com destaque à introdução de Cozy Powell na bateria. Na música, percebe-se que o baterista abusa do pedal duplo, imprimindo sua personalidade na banda. Já o guitarrista Tony Iommi não fica atrás. Ele demonstra porque se consagrou como o mestre dos riffs de heavy metal. Desde o início da década de 80, ele não tinha composto um riff tão marcante.
Tony MartinA próxima canção é a já comentada “Devil and Daughter”, que antecede a pesada e lenta “When Death Calls”, que volta a contar com uma bela introdução de Geoff Nicholls e a participação da lenda da guitarra Brian May (Queen). Ele ficou encarregado de executar o solo da canção.
A mistura de hard rock oitentista e elementos sombrios que demonstram a nova identidade da banda não param por aí. Em “Kill In The Spirit World”, Tony Martin exibe um vocal influenciado pelo estilo AOR, que teve êxito no fim da década de 70 e início de 80. Na canção, destaca-se ainda a base de teclado composta 
Tony Martin
para os solos de Tony Iommi.
Geoff Nicholls e Tony MartinO estilo AOR fica ainda mais visível em “Call Of The Wild”, uma das melhores canções do álbum. A música demonstra que os fãs que criticam o vocalista Tony Martin não devem ter avaliado o trabalho com muita cautela.
Em seguida, vem “Black Moon”, que ironicamente compôs as sobras do disco anterior “Eternal Idol”. A canção poderia ter contribuído com a qualidade do trabalho que antecedeu “Headless Cross”.
E para finalizar a obra, a canção “Nightwing”, que apresenta um belo dedilhado e o agudo vocal de Tony Martin, mostrando porque foi escalado para cantar no LP.                                                Geoff Nicholls e Tony Martin          
Recuperação
Após o lançamento de “Headless Cross”, o Sabbath ainda fez belos álbuns, mas sem o mesmo brilho. O trabalho posterior (o álbum “TYR”) teve um sucesso comercial maior, mas não apresentou a mesma qualidade. Em “Dehumanizer” a banda contou com a grande colaboração de Ronnie James Dio, que cantou em clássicos como “TV Crimes”, “Computer God” e “Time Machine”. E já em meados da década de 90, Tony Martin retornou para o álbum “Cross Purposes” e o criticado “Forbidden”.
Créditos- Whiplash

"Gosto demais dessa álbum,é muito bom escutar,Tony arrebentou com a sua voz na época que eles foi o vocalista do Black Sabbath,as faixas foram bem feitas,riffs magnificos (escute o solo do Brian May da faixa "When Death Calls" e ouvirá que eu estou falando) e ainda contou com a estréia do já falecido"Cozy Powell"  e também o baixista "Laurence Cottle"
Eu só acho uma pena infelizmente que alguns fãs do Black Sabbath só prefiram álbuns com o Ozzy no vocal, que poxa vida,"Ronnie James Dio,Ian Guillan,  Glenn Hughes" fizeram um trabalho no Black Sabbath que foi espetacular"
(Paulo Dickinson)



terça-feira, 19 de março de 2013

Novo documentário independente vai contar a história de Jim Morrison


Começou a produção de um novo documentário independente que irá contar a história de Jim Morrison, poeta, compositor e voz do The Doors. Before the End: Jim Morrison Comes of Age irá examinar a vida do músico por completo, desde a infância até a trágica morte, em julho de 1971, aos 27 anos de idade.
De acordo com o site Deadline.com, o documentário irá trazer entrevistas com membros da família de Morrison – que ele, em vida, alegava estarem mortos –, inclusive o irmão Andy Morrison. Também ganhará voz o roadie do Doors, Gareth Blyth.
O longa, que ainda terá vídeos caseiros ainda inéditos e fotografias, é liderado pela dupla de cineastas Jess e Jeff Finn, da Z-Machine. Morrison e o The Doors já protagonizaram uma numerosa quantidade de documentários. O mais recente deles é Mr. Mojo Risin': The Story of L.A. Woman, um filme lançado em janeiro de 2012 que se aprofundava no último disco da banda.


Livro sobre os primeiros anos do Kiss será lançado em setembro


Será lançado no segundo semestre um livro tratando dos primórdios do Kiss, o período de formação e consolidação. 'Nothin' to Lose: The Making of Kiss (1972-1975)' foi escrito por Ken Sharp junto com os únicos membros originais remanescentes na banda, Paul Stanley e Gene Simmons.
A obra está sendo esperada para o dia 10 de setembro (exterior), via It Books (HarperCollins Publishers). Ao longo de pouco mais de 540 páginas, a trajetória do quarteto norte-americano é detalhada até o grande estouro comercial, com o álbum ao vivo 'Alive!' (1975) e o respectivo single de 'Rock And Roll All Nite'.
Mais de 200 entrevistas serviram de referência ao projeto. Além de Paul Stanley (guitarra, vocal), Gene Simmons (baixo, vocal), Ace Frehley (guitarra, vocal) e Peter Criss (bateria, vocal), há depoimentos de produtores, engenheiros de som, empresários, roadies, além de músicos como Alice Cooper, Bob Seger e integrantes do Aerosmith, Black Sabbath, Rush, Nazareth, Ramones, entre outros.

Windows: como desinstalar uma chave do SO para usar em outro PC

Para que comprar um Windows novo quando você já tem um? Siga essas dicas e economize na compra de um novo computador.
Windows: como desinstalar uma chave do SO para usar em outro PC


Vamos imaginar que, depois de comprar um computador novinho em folha, você pretende transformar seu PC antigo em sucata, mas quer ficar com o sistema operacional – seja para vender, guardar ou instalar na sua máquina.
É aí que vem um grande problema: como recuperar a chave do produto, uma vez que ela foi inserida em um computador? Afinal, sem ela, não há como utilizar o Windows. Mas não se preocupe, pois o Tecmundo traz para você um tutorial simples que mostra todos os passos necessários para resolver isso.

Como fazer

O primeiro passo para recuperar o código é abrir o Prompt de Comando no modo de Administrador (se você entrou em uma conta comum, troque para uma conta que possua tais privilégios).
Para isso, abra o menu Iniciar > Todos os Programas > Acessórios, encontre o “Prompt de Comando”, clique com o botão direito do mouse e escolha a opção “Executar como administrador”. Então, digite o texto exatamente como mostrado abaixo:

slmgr/dlv

Pressione Enter e aguarde alguns instantes para que uma janela contendo várias informações seja aberta. Aqui, anote o código “Identificação da Ativação” – infelizmente, não há como copiar o texto – e feche essa tela.
Windows: como desinstalar uma chave do SO para usar em outro PC
Agora, volte para o Prompt de Comando e digite o comando como mostrado abaixo, substituindo o “x” pelo código que você acabou de anotar:

slmgr /upk x

Windows: como desinstalar uma chave do SO para usar em outro PC

Se você digitou os códigos corretamente, uma janela confirmando a desinstalação da chave deve ser mostrada em sua tela. Agora, é só instalar o Windows em seu novo computador e usar a chave original.
Fonte: How-To-Geek






Google adiciona vistas das maiores montanhas do mundo no Google Maps

Picos do Monte Aconcágua, Kilimanjaro e acampamento no Monte Everest estão presentes no serviço.
Google adiciona vistas das maiores montanhas do mundo no Google Maps


A Google continua adicionando conteúdo ao Google Maps, colocando localidades que poucas pessoas achavam ser possível visitar. Depois de ter mostrado locais na Antártica e no meio do mar através do seu Street View, o serviço incluiu alguns dos picos mais altos do mundo para serem visitados no conforto da sua cadeira.
A Google anunciou que os montes Aconcágua (América do Sul), Kilimanjaro (África), Elbrus (Europa) e o acampamento na base do Everest (Ásia) foram incluídos no Google Maps, sendo possível passear por eles. As montanhas fazem parte do Sete Picos mais altos do mundo, sendo as maiores de cada continente.
Agora, você poderá visitar cada uma delas da sua casa, sem precisar se preocupar com avalanches, clima e outras dificuldades encontradas em grandes escaladas. Vale lembrar que as imagens estarão disponíveis na versão para desktops do Google Maps, assim como nas versões para Android e iOS.

Fonte:  Google Blog


quarta-feira, 13 de março de 2013

(13/03/2013) Hoje perdemos um grande baterista

Hoje o dia amanheceu mais triste,perdemos o nosso querido Clive Burr nessa madrugada de quarta feira
ele sofreu graves problemas de saúde por muitos anos depois de ter sido diagnosticado com a  esclerose múltipla e morreu tranquilamente durante o sono em sua casa
Bruce Dickinson também se pronunciou: "Eu conheci Clive quando ele estava saindo do Samson para se juntar ao Iron Maiden. Ele era um grande homem que realmente viveu a vida ao máximo. Mesmo durante os dias mais sombrios da sua doença, Clive nunca perdeu seu senso de humor ou irreverência. Este é um dia muito triste e todos os nossos pensamentos estão com Mimi e família "
Steve Harris comentou o falecimento do ex-baterista do Iron Maiden: "Esta é uma notícia muito triste. Clive era um velho amigo de todos nós. Ele era uma pessoa maravilhosa e um baterista incrível que deu uma valiosa contribuição para a Donzela no início, quando estávamos começando. Este é um dia triste para todos na banda e aqueles em torno dele e os nossos pensamentos e condolências estão com sua parceira Mimi e família neste momento. "
Clive Burr se juntou ao Iron Maiden em 1979, gravou os três primeiros álbuns da banda: Iron Maiden (1980), Killers (1981) e The Number Of The Beast (1982). Antes disso, ele também fez parte do Samson, que tinha Bruce Dickinson como vocalista antes do mesmo também se juntar ao Iron Maiden.

fonte: Whiplash & Iron Maiden.com

"Fiquei muito chateado pela noticia da morte do Clive,ele foi um grande baterista e ajudou e muito no começo da carreira do IRON MAIDEN,ele tinha agilidade e tudo mais !!!..... Mas essa maldita dessa doença tinha que levar o Clive para tocarno paraiso !! ...Descanse em paz Clive !"


(Paulo Dickinson) 

Embaixo deixo um video em homenagem a esse grande baterista, a canção se chama  "Top Of The Mountain" de Clive Burr 's Escape !

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