segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Facebook acaba com erro que permitia que contas fossem acessadas sem senha

Problema apareceu na última semana e foi alardeado pela internet.
Facebook acaba com erro que permitia que contas fossem acessadas sem senha
Volta e meia, surge uma falha de segurança em algum site de grande porte e a internet fica em polvorosa. O caso mais recente aconteceu com o Facebook, que, na última semana, estava com uma brecha que permitia o acesso às contas sem a necessidade de uma senha. O problema foi solucionado, mas os usuários ainda estão em estado de alerta.
Tudo aconteceu devido a um link, geralmente enviado para os usuários da rede social para acesso direto às suas contas, aparecer em sites de buscas, como o Google. Esses endereços são comuns em mensagens que informam a adição de um contato na rede social. Isso abriu a porta para que qualquer pessoa pudesse acessar as contas.
A notícia se espalhou e o Facebook consertou o problema no último fim de semana, fechando a brecha para que pessoas com objetivos maliciosos possam acessar os perfis de terceiros.
O problema é que os links com enviados para quase todo tipo de grande serviço na internet, como Google e Twitter, estão vulneráveis a esse tipo de problema. O Google vem trabalhando para remover todos os links da sua ferramenta de busca para evitar futuros problemas.
Você teve algum problema com o seu Facebook nos últimos dias?

Fonte: Tecmundo


Microsoft pode aposentar o Live Messenger e deixar o Skype no seu lugar

Anúncio sobre descontinuação do aplicativo pode acontecer nos próximos dias.
Durante um bom tempo, o MSN Messenger dominou o mercado de mensageiros, mas o tempo e, principalmente o Facebook e Google Talk, acabaram deixando-o para trás. Hoje em dia, o número de usuários dele é bem menor que dos tempos áureos. Por isso, muitos já esperavam o dia em que a Microsoft vai dar o descanso merecido ao aplicativo, colocando outro melhor no seu lugar.
Microsoft pode aposentar o Live Messenger e deixar o Skype no seu lugarIsso deve acontecer em breve, pois fontes dentro da empresa de Steve Ballmer indicam que o Windows Live Messenger deve ser descontinuado e o Skype, um velho conhecido do público, deve ficar no seu lugar.
As últimas atualizações do mensageiro comprado pela Microsoft já contam com a função de login com a conta Live e a do Facebook, similar ao que acontecia com o MSN Live Messenger. A Microsoft já vem remanejando seus funcionários para trabalhar no Skype, deixando claro uma futura transição completa para o aplicativo, aposentando o outro.
Segundo fontes dentro da empresa, o anúncio da aposentadoria do MSN Live Messenger pode acontecer ainda essa semana, informação que ainda não foi confirmada pela Microsoft.
E você, o que acha disso? Ainda usa o MSN Live Messenger ou você já partiu para outros mensageiros?

Fonte: The Verge

domingo, 4 de novembro de 2012

Helloween: "Não deixamos que ninguém nos pressione"

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A banda alemã de power metal HELLOWEEN, que irá lançar seu novo álbum, "Straight Out Of Hell", na Europa em 18 de janeiro e na América do Norte em 22 de janeiro de 2013, recentemente terminou a gravação de seu novo vídeo clipe, para a música "Nabataea", faixa de abertura do novo disco. Com seus seis minutos de duração, o clipe se desenvolve em vários níveis, incluindo até animação 3-D. O lendário reino de Nabataea fornece a referência atmosférica densa necessária para criar o clima correto para o primeiro forte lançamento do novo álbum do grupo.
Será que realmente temos que nos preocupar? É a nossa civilização ficando na beira do abismo? O calendário Maya realmente está certo, prevendo o fim do mundo em 21 de dezembro de 2012?
"Isto tudo não passa de besteira", avalia o vocalista do HELLOWEEN Andi Deris. "Nós todos vamos sobreviver ao ano de 2012 e encarar um futuro ainda mais positivo e enérgico".
No novo clipe, o HELLOWEEN tenta documentar como este futuro poderia parecer, e todas as músicas do novo trabalho, "Straight Out Of Hell", vem para mostrar como isso tudo soaria como música. Trata-se de um trabalho de velocidade e resistência, com otimismo e alegria, com arranjos complexos, ganchos fortes e abundância de melodias cativantes. Ou, para deixar que os fatos falem por eles mesmos: 13 músicas diferenciadas que trazem todos os aspectos necessários para encantar todos os fãs do HELLOWEEN. A variedade sonora é um trunfo da banda, devido aos diferentes compositores dentro do grupo: Andi Deris, Michael Weikath, Markus Grosskopf, e Sascha Gerstner.
Weikath diz: “’Straight Out Of Hell’ é o consequente desenvolvimento dos dois álbuns anteriores. ‘7 Sinners’ foi gravado mais ou menos na mesma linha de ‘Gambling With The Devil’, enquanto que as novas músicas são uma continuação das diretrizes do álbum ‘7 Sinners’, mas com um clima menos denso, optando agora por serem canções mais positivas. Essas músicas vão chutar o traseiro até mesmo do mais preguiçoso ouvinte."
O Guitarrista do Helloween está se referindo a faixas como "Make Fire Catch The Fly", "Far From the Stars", "Church Breaks Down", a faixa-título (escrita pelo baixista Markus Grosskopf), e a simples e direta "Years" – todas canções velozes típicas da banda.
Além disso, há a canção "Burning Sun" composta por Michael Weikath, uma complexa e apaixonante faixa do novo trabalho que o vocalista Andi Deris refere-se como uma das obras primas do guitarrista (a edição limitada desta nova música contará com uma versão com teclados Hammond, prestando assim uma homenagem ao lendário músico Jon Lord do Deep Purple, falecido recentemente). "World Of War" composta por Sascha Gerstner traz riffs de guitarra bem calcados no thrash metal, ao mesmo tempo que demonstra o virtuosismo impressionante do atual segundo guitarrista do HELLOWEEN.
“O que há de tão especial sobre essa banda, é o fato de que estamos sempre autorizados a fazer qualquer coisa que quisermos, ou - mesmo quando supostamente não estamos – fazemos assim mesmo.” – diz Deris. “Mesmo que o álbum 'The Dark Ride' inicialmente tenha recebido comentários negativos, no final acabou sendo aclamado por muitos fãs. Esse é o tipo de liberdade que você sente em ‘Straight Out Of Hell’ - não deixamos que nada nem ninguém nos pressionem.” – finaliza o vocalista.
Fonte (em inglês): Blabbermouth |

Black Sabbath: a "era 'Mob Rules'"

Chamado por muitos como “o primo pobre” de Heaven And Hell, o segundo álbum de Ronnie James Dio com o BLACK SABBATH envelheceu de forma grandiosa e hoje também é considerado um clássico supremo do heavy metal.


ImagemDepois de alguns meses de férias após a extensiva e extenuante turnê do álbum "Heaven And Hell", o BLACK SABBATH se reuniu em Los Angeles, em abril de 1981, para começar a compor e gravar aquele que seria o segundo registro da era-Dio. Mudanças foram propostas de imediato pela própria banda: Geezer, que era o letrista principal do conjunto nos anos 70, voltaria a escrever, agora ao lado de Dio, que cuidou sozinho das letras do disco anterior, devido a ausência temporária do baixista. Na parte sonora, a banda queria fugir um pouco da sonoridade mais limpa e cristalina de HAH e voltar à agressividade e distorção dos antigos discos com Ozzy no vocal. Para isso convocaram novamente o experiente Martin Birch.
Com tudo parecendo estar nos trilhos novamente, um misterioso baixo astral começou a rondar a banda com força total, como relembrou RJD 20 anos depois: “Foi nessa época que adentramos nosso período ‘Sabbath odeia todo mundo’. HAH foi muito fácil de ser criado, pois envolveu apenas eu e Tony; quando Geezer voltou e insistiu para participar desse processo, tudo ficou mais difícil. Eu não sei a razão, mas Geezer tinha atitudes extremamente negativas perante a banda e a sua própria vida. Bastava tudo estar indo bem para ele desconfiar que existia alguma conspiração contra ele ou contra o grupo. Ele achava que todo mundo queria sabotar a banda de alguma forma. Se não existia algum problema com o Sabbath, Geezer logo criaria um bem rápido e daqueles bem problemáticos. A trajetória do conjunto comprova exatamente isso, foram problemas atrás de problemas. Isso colaborou, e muito, para as coisas ficarem difíceis pra gente; se alguém não está feliz dentro do grupo a música sofre com isso. Essa negatividade estava presente o tempo todo. Mesmo assim escrevemos juntos. Geezer é um excelente letrista, apesar de às vezes você ter que concordar com ele, evitando assim uma discussão que levaria a coisa muito adiante. Ele tinha muitos problemas familiares na época e odiava estar nos EUA, mas isso não pode afetar o processo criativo de um disco e foi exatamente o que aconteceu. Isso tudo estava muito distante do alto astral meu e de Tony quando fizemos o HAH.”

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        (Tony Iommi, Vinny Appice, Ronnie James Dio e Geezer Butler)


"Mob Rules", o novo disco, sofria então com esse caótico processo de composição. Mesmo assim Geezer aprovava o novo material: “Estou mais satisfeito com esse disco do que com o anterior. HAH continha algumas músicas que me cansaram com o passar do tempo. Agora Vinny se encaixou muito bem no grupo e ele era um apreciador de nossa música desde o início da banda. Mesmo assim, Bill ainda é o meu favorito. Ronnie por sua vez escreve tudo muito rápido, ele pode inclusive escrever uma letra enquanto canta a melodia. O ponto baixo é que Ronnie pensa que HAH foi um sucesso unicamente pelo fato de contar com a sua própria presença, não dando crédito para mais ninguém pelo que foi feito naquele álbum. Ele tinha esse tipo de atitude: ‘Eu ressuscitei essa banda e sem mim eles não seriam nada’. Era muito difícil lidar com essa postura dele.”
O processo de composição nessa época, por mais produtivo que fosse, trazia algumas fissuras que logo derrubariam por completo a confiança e a amizade entre os integrantes. Em HAH, os créditos de todas as composições (músicas) ficaram divididos entre os quatro integrantes, tudo “em nome da música”, o que deixou Dio  furioso, pois ele sempre clamou por ter criado tudo sozinho ao lado de Iommi.
ImagemEm "Mob Rules", todas as músicas foram creditadas a “Butler, Dio e Iommi”, com todas as letras do disco sendo creditadas à apenas Dio, assim como no álbum anterior. Essa tensão perante os créditos pairava no ar e Ronnie sempre deixou muito claro que essa não foi uma época feliz de sua carreira. A alegria e camaradagem havia durado pouco, somente na época de HAH. Em "Mob Rules" a coisa já havia desandado e o vocalista considerava também a fase de "Live Evil" como a mais triste e depressiva de toda a sua carreira.
Nessa época a banda havia renovado seu contrato com a Warner, que teria avisado que HAH seria o último lançamento pelo selo. Devido ao grande sucesso de vendas a gravadora não só renovou o contrato para mais alguns álbuns, como assinou também, na surdina, um contrato com Ronnie James Dio para um disco solo. Enquanto "Mob Rules" estava sendo gravado, o Sabbath foi convidado para se apresentar no lendário festival Heavy Metal Holocaust, que aconteceu em Stoke On Trent, na Inglaterra, e contou com Frank Marino, Triumph, Motörhead e Ozzy Osbourne. Evitando um contato direto com seu ex-vocalista, o grupo cancelou sua aparição e se concentrou totalmente na gravação do novo álbum.
"Mob Rules" foi finalmente lançado no dia 4 de novembro de 1981, e chegou a 12ª posição da parada britânica, por onde permaneceu por 14 semanas. Dois singles foram extraídos da bolacha: “Turn Up The Night” e “The Mob Rules”.
ImagemCom exceção de “Over And Over”, a banda executou todas as faixas do novo álbum durante a tour que se seguiu, que teve início no Quebec City Coliseum (Le Colisee), em Quebec, Canadá, no dia 15 de novembro de 1981. A abertura ficou por conta de Alvin Lee e sua banda, que nessa época contava com uma forcinha especial do guitarrista Mick Taylor. Para o Sabbath era uma honra ter um ex-integrante do Ten Years After e um Stone no palco naquela primeira “perna” da turnê. Três dias depois, no gigantesco Maple Leaf Gardens, ainda no Canadá, mais um tumulto entre o público. Parecia que o Black Sabbath atraía esse tipo de confusão...

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O show na capital escocesa de Edimburgo foi cancelado em função da forte neve que castigava a cidade. Em Cardiff, no País de Gales, o teto do teatro onde o grupo se apresentaria, o Sophia Gardens Pavilion, desabou devido a uma tempestade de neve. Mais cancelamentos no caminho... E também confusões de mais diversas procedências durante a excursão: Vinny Appice foi ferido pelo gelo seco do palco e Tony Iommi passou maus bocados depois de ingerir comida estragada. O show em Winnipeg, Ontario, Canadá, precisou ser cancelado por um motivo pra lá de bizarro: a arena tinha sido alugada para um circo, que estava montado quando a banda chegou para se apresentar. O jeito foi arrumar outras preocupações e tentar ignorar a onda de azar: durante a parte norte-americana da tour a banda grava algumas apresentações para um futuro álbum duplo ao vivo. Era preciso combater "Live At Last", lançado à revelia de Iommi e Geezer.
"Mob Rules" pode não ser tão conceituado como "Heaven And Hell", mas sem dúvida é mais épico, pesado e até mesmo mais “progressivo” que seu antecessor. Se "Heaven And Hell" era o cérebro, "Mob Rules" era o coração pulsante da era-Dio do Sabbath. Seja qual for o seu preferido, o que é unânime é que ambos são capítulos emocionantes e irretocáveis da história do heavy metal.
"Mob Rules" - O Disco

ImagemO segundo disco de Dio com o Sabbath tem um som diferente: mais gordo, encorpado e caloroso se comparado a "Heaven And Hell": “O equipamento utilizado foi o mesmo, não alteramos nada. Tivemos um troca de baterista, é claro, mas creio que foi mais uma progressão natural do nosso produtor Martin Birch. Ele estava testando coisas diferentes e isso refletiu no disco,” confessou Ronnie James Dio.
Os graves definitivamente estavam mais pesados e marcantes. Os bumbos de Vinny Appice apareciam com destaque, assim como o baixo de Geezer e os riffs infernais de Iommi. Birch era fissurado em sons pesados de bateria e baixo, e teve como meta extrair o melhor som possível da banda em estúdio.
As incansáveis comparações entre "Mob Rules" e "Heaven And Hell", o trabalho anterior da banda, se dão ao fato da primeira faixa de ambos ser muito semelhante, praticamente uma repetição da fórmula. “Turn Up The Night” tenta desesperadamente recriar o vigor, potência e frescor de “Neon Knights”, mas não consegue. Dio inclusive nunca foi um grande apreciador dessa canção.

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“Voodoo” é a faixa seguinte, mais cadenciada e com um riff cavalar de Iommi; e abre caminho para talvez a melhor do disco, a épica e gloriosa “The Sign Of The Southern Cross”, uma das preferidas de Dio, com uma letra mística e elaborada: “Eu amo essa música. Quando se fala desse álbum ela é a primeira a ser lembrada. Gosto muito também do título e quando eu tocava trompete quando garoto, a gente tocava uma canção chamada ‘The Southern Cross’. Foi muito divertido compor essa canção, pois precisávamos de algo na linha de ‘Heaven And Hell’.”
“E5150” é uma vinheta eletrônica, utilizada também para abrir os shows da banda dali pra frente. Geezer queria de qualquer maneira incluir a palavra “evil” no disco, então aqui temos a letra “E”; o “5” no algarismo romano é “V”, o “1” é “I”, e o “50” é “L”; juntando tudo: “EVIL”. O Van Halen mais adiante batizou um álbum e uma música como “5150”, mas alegando que se tratava de um código usado pela polícia norte-americana para designar os criminosos com problemas mentais.
Versão pirata em fita K7

A faixa “The Mob Rules” é outro destaque, uma das mais agressivas da carreira da banda; “Country Girl” foi escrita por Ronnie em homenagem a sua esposa Wendy e tinha uma temática mais convencional, o que desagradou Tony e Geezer, apesar do riff que era Sabbath puro. “Slipping Away” é a próxima e tem uma levada mais funk que é puro Led Zeppelin, com Vinny colocando de fora toda sua admiração por John Bonham. Outro ponto alto do tema é o solo de baixo repleto de distorção e malandragem de Geezer.
“Falling Of The Edge Of The World” traz outro riff agressivo de Iommi, como há tempos não pintava num disco do Sabbath. Foi uma das últimas faixas a ser composta para o disco e também caprichava no teor épico e dramático. O título, assim como “Heaven And Hell”, foi mais uma vez baseado numa outra canção de George Young e Harry Vanda, a dupla de compositores dos australianos do Easybeats, uma das bandas favoritas de RJD.
O disco é encerrado com a melancólica “Over And Over”, uma pequena pérola depressiva, com solos mais blueseiros de Iommi e uma interpretação impecável e dramática de Dio, que comentou sobre ela: “Gosto do que eu escrevi nessa letra; ela é essencialmente um tema bem ‘Dio’, e reflete como eu me sentia nessa época, passando uma ideia da minha luta contra a negatividade da banda. Tem até um trecho que retrata a vida como um pedaço de papel, e daí temos uma chama. Essa chama pra mim era como algum integrante do grupo na época.” A letra trazia também uma frase que resumiu o fim da era-Dio no Sabbath: “Oh How I Need To Be Free Of This Pain.”
Kill OZZY?
O impressionante desenho usado na capa de "Mob Rules" é na verdade uma tela de autoria do artista Greg Hildebrandt, que pintou essa obra ainda nos anos 70. Com nome original de Mob Dream, a tela foi licenciada para ser usada pelo Black Sabbath e foi aí que a confusão começou.
ImagemPara muitos fãs, a arte que apareceu na capa do álbum traz a inscrição “Kill Ozzy”, ou “Matar Ozzy” meio escondida na parte inferior do desenho, no que seria o chão daquela cena violenta. A palavra “Kill” pode ser percebida ao lado esquerdo da assinatura do artista, e a palavra “Ozzy” exatamente abaixo do nome do artista.
Más línguas garantem que a arte foi alterada a pedido do grupo. Um representante da Warner chegou até a confessar que isso realmente aconteceu, porém a banda sempre negou tal acusação.

Dio: “As pessoas sempre vão ler o que querem ler. É uma questão de querer enxergar algo fictício, assim como aquele papo de que virando o logo DIO de ponta-cabeça você tem a palavra ‘DEVIL.’”
Esse texto e muitos outros sobre Ronnie James Dio você encontra na edição impressa da revista poeira Zine, numa edição limitada de colecionador inteiramente dedicada ao vocalista. Black Sabbath, Rainbow, ELF, Heaven & Hell, DIO e muito mais. Para saber mais sobre essa edição, acesse o www.poeirazine.com.br.

ImagemFonte:  poeira Zine

Iron Maiden: o instrumento que inspirou batismo da Donzela

ImagemInspirações nada ortodoxas fazem parte do mundo do metal e, não raras vezes, advém das fontes mais bizarras possíveis: AC/DC vem (oficialmente) de uma placa atrás de uma máquina de costura e JUDAS PRIEST de uma canção de BOB DYLAN. Dentre os clássicos, o filme “The Man in the Iron Mask” de 1939 - uma das várias versões cinematográficas de um dos contos de ALEXANDRE DUMAS - foi, em 1975, assistido por um então desconhecido baixista inglês. No filme, é mencionado o instrumento de tortura chamado “Iron Maiden”, um receptáculo de ferro que continha pontas afiadas de lança em seu interior. O resto da história você já sabe.
Ao contrário do que possa parecer, a donzela vem de um período pós-iluminismo - diferentemente do que possa sugerir a idéia medieval de sua concepção. Segundo consta, muitas montagens com seu design foram elaboradas para fins comerciais, nada atentos à sua verdadeira idade (por volta do final do Séc. 18). Suas formas sugerem a inspiração em sarcófagos – referência temática que aparece em menor ou maior grau na carreira do MAIDEN. Com aproximadamente dois metros de altura e um de largura, continha portas duplas e, segundo consta, uma réplica foi encontrada no palácio da família do ditador SADAM HUSSEIN - famosos por suas práticas cruéis contra desfafetos.
A grande questão que gira em torno da adaptação do nome pela banda pode ter tido o reforço de outra circunstância. Ascendendo ao poder em 1979 a “Iron Lady” (Dama de Ferro) como ficou conhecida a Primeira-Ministra MARGARET TATCHER, elitista e de um forte conservadorismo político, diminuiu a produção industrial inglesa, triplicando as taxas de desemprego no início dos anos 80. A capa do single “Sanctuary” com a representação da mesma sendo assassinada por EDDIE enquanto rasgava um cartaz da banda ficou mundialmente conhecida. Discussões a parte, o fato é que instrumentos de tortura e políticos impopulares formam uma provável combinação - e o IRON soube se valer disso.

A Câmara de espinhos e outros instrumentos “Correcionais”

China quer construir o supercomputador mais poderoso do mundo

De acordo com os projetistas, a máquina será capaz de executar 1.000 petaflops até 2018.
China quer construir o supercomputador mais poderoso do mundo


O supercomputador Titan foi lançado há poucos dias, oferecendo um poder de processamento de até 20 petaflops (20 bilhões de operações por segundo). Agora, a China anunciou que está construindo uma máquina que, segundo os desenvolvedores, será até cinco vezes mais poderosa, capaz de rodar com uma capacidade de 100 petaflops.
A máquina chamada como Tianhe-2 está sendo construída no Centro de Supercomputação de Guangzhou, onde o equipamento deve ficar. Além de começar com todo esse poder, os cientistas chineses garantem que a máquina deve quebrar a barreira de 1.000 petaflops ou 1 exaflop de operações por segundo até 2018.
Essa não é a primeira investida da China no ramo da supercomputação. Em 2010, o país lançou o Tianhe-1A, com capacidade operacional de 4,7 petaflops e que se encontra na quinta posição na lista dos computadores mais rápidos do mundo.

Desenvolvendo tecnologia própria

Até agora, a China dependeu de tecnologia estrangeira para alimentar os supercomputadores, principalmente dos Estados Unidos. Porém, isso está prestes a mudar. De acordo com Zhang Yunquan, um especialista em supercomputadores chineses, o país deve começar a utilizar tecnologia própria progressivamente. Ele afirma que entrar na lista dos supercomputadores mais poderosos do mundo deu mais fôlego para o país investir em pesquisas.
Mas a disputa pelo supercomputador mais poderoso do mundo não é exclusividade da China. Tanto a União Europeia quanto Japão e Estados Unidos possuem ambições semelhantes e, em breve, devem anunciar seus projetos para o futuro.

Fonte
ITworld

Windows 7 continua crescendo entre desktrops e amplia vantagem sobre o XP

Sistema de maior sucesso da Microsoft já tem quase 45% do mercado.

A NetMarketshare divulgou hoje a sua lista que analisa a participação de mercado dos sistemas operacionais para computadores desktop. No levantamento, a empresa constatou que o Windows 7 continua crescendo e ampliando sua vantagem sobre o segundo colocado, o Windows XP. O penúltimo SO lançado pela Microsoft é o produto de maior sucesso da empresa atualmente e, em outubro, marcou presença em 44,69% dos computadores desktop do mundo.
No final de julho deste ano, o Windows XP foi ultrapassado pelo “concorrente”, que não parou mais de crescer, enquanto os números dos demais sistemas na briga permaneceram praticamente os mesmos. O XP conta agora com 40,66% dos computadores desktop em funcionamento, seguido de longe pelo Windows Vista (5,8%), Mac OSX 10.6 (2,5%) e Mac OSX 10.7 (2,24%).
Esses números referentes a outubro, no entanto, não devem refletir os efeitos do lançamento recente do Windows 8. Contudo, já se espera que essa última versão do Windows entre para a lista dos mais badalados em pouco tempo. Isso porque, somente em três dias, a Microsoft conseguiu vender 4 milhões de licenças de atualização do novo sistema operacional.

Windows 7 continua crescendo entre desktops e amplia vantagem sobre XP
Fonte: NetMarketshare

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